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Conheça Chan-wook Park e diga não as drogas! Ignore o remake de Oldboy!

by on novembro 11, 2013
 

Chan-wook Park é membro de uma geração que colocou o cinema sul-coreano entre os mais celebrados do mundo. Para o cineasta, a ascensão começou no final dos anos 1990, justamente quando trabalhava em Zona de Risco, o maior sucesso comercial da carreira. O cara é um excelente diretor e roteirista, que fez sua estréia em Hollywood esse ano com o suspense Segredos de Sangue (Stoker no original, crítica desse em breve aqui no site). Confira quatro obras clássicas do sujeito:

MR. VINGANÇA (2002) –  1º exemplar da chamada “Trilogia Da Vingança” .  O mais fraco dos três, entretanto ainda sim é um suspense dramático muito bem dirigido por Park, mostrando de maneira interessante um verdadeiro efeito dominó na vida dos personagens do filme.

O trailer fala que é o último da trilogia, mas acredite, é o primeiro

OLDBOY (2003) –  Uma obra prima, simples assim. Direção, roteiro, atores, fotografia, montagem, tudo trabalhando de forma harmoniosamente perfeita para criar um dos thrillers de ação e suspense mais interessantes que tive a honra de ver. O filme tem um número de cenas memoráveis, e um dos finais mais tensos da história do cinema. Veja esse clássica ser destruído por Hollywood em Oldboy – Dias de Vingança, que chega no Brasil 13 de dezembro.

LADY VINGANÇA (2005) –  Filme que fecha a “Trilogia Da Vingança”, é na minha opinião, o filme mais experimental de Park. O diretor conta a historia de maneira não linear, acrescentando detalhes as cenas que beiram ao surrealismo. É um belo filme, não tão poderoso quanto o seu antecessor, apesar que levanta questões bem interessantes sobre ética pessoal e outros temas polêmicos.

SEDE DE SANGUE (2009) – Um bizarro filme de vampiro. Numa época onde vampiros brilham que nem purpurina no sol, isso é um elogio. Não apenas pelas sequencias gráficas, mas por uma interessantíssima construção de personagens e uma historia muito bem contada pelo Chan-wook Park. Só a premissa inicial do filme já é pra lá de brilhante, afinal, é um padre que se vê transformado em vampiro.

Depois desses clássicos, a lição do dia é … Se já existe um filme perfeito, não perca seu tempo tentando refaze-lo, veja o original, mesmo se for numa língua estranha para você e seja feliz.

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